Bom humor…

31 01 2008

«O bom humor espalha mais felicidade que todas as riquezas do mundo. Vem do hábito de olhar para as coisas com esperança e de esperar o melhor e não o pior».

Anónimo

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Voos das andorinhas…

21 01 2008

Gosto de ouvir os pássaros e vê-los voar livremente. Dá-me um gozo especial ver os voos rasantes das andorinhas junto aos telhados e às vidraças, rasgando o céu, com gritos de felicidade. É esse brilho e esse voo de liberdade que nos dá essa sensação de bem-estar, de harmonia, de liberdade plena, de uma felicidade transbordante. Como se, naquele momento, voássemos também, nas asas de uma andorinha, sobre as nuvens, sobre os sonhos…





Fantasia

9 01 2008

«O maravilhoso da fantasia é a nossa capacidade de torná-la realidade»

Autor desconhecido





A propósito de fumar…

8 01 2008

Numa contra-campanha contra os cigarros, os fumadores já começaram com as anedotas. Algumas um pouco mórbidas, como o exemplo que agora transcrevo…

Diz um fumador para outro: “Sabes, fui ao médico e ele disse-me para eu deixar os cigarros, pois eles estão a matar-me aos poucos. Sabes o que é que eu lhe disse? Disse-lhe que ele que não se preocupasse, pois não tenho pressa de morrer”….





É proibido fumar

8 01 2008

tabaco.jpg
A pedido de várias famílias e no cumprimento pela legislação que entrou em vigor, é também proibido fumar neste espaço. Respeite os outros. Afinal, fumar é um acto egoísta, aproveite, fume sozinho… (hehehehehe)





Um dia depois do outro…

8 01 2008

Não devíamos ter pressa de viver. Pode até parecer uma utopia, mas a verdade é que muitas vezes escapa-nos o essencial do “agora”, do “hoje”, precisamente, porque encaramos o futuro quase que como uma obstinação, esquecendo o presente. Preocupamo-nos com aquilo que nos falta e damos pouca importância àquilo que já possuímos. Queremos o que não temos e relegamos para segundo plano aquilo que já está ao nosso alcance. Vivemos, por isso, de sonhos e de desejos, em vez de uma felicidade “palpável”, uma felicidade tangível. O sonho continua a ser uma janela de liberdade – é certo – mas não pode substituir o real, aquilo que de facto existe. Aquilo que de facto temos. Pois, há uma energia para cada momento que não pode ser desperdiçada ao sabor dos nossos desejos, dos nossos sonhos. Esses servem, apenas, como uma referência para podermos viver, verdadeiramente, o presente. Um dia de cada vez. Um dia depois do outro. Sem pressas.