Nada… simplesmente… nada

26 09 2008

Há dias que ficamos completamente vazios por dentro. O corpo cansado. A mente em branco. Há dias assim, em que nos apetece encher apenas a cabeça de nada. Não pensar em nada. Simplesmente nada. Sentir o silêncio dos pensamentos, em vez do turbilhão de preocupações curriqueiras. Nem um sorriso. Nada, simplesmente… nada.





A simplicidade das flores… a beleza tal como ela é…

13 09 2008

Num passeio que realizei, há pouco tempo, ao Pico Ruivo, fotografei esta pequena planta com flores. A simplicidade. Num recanto da rocha. A beleza, tal como ela é no seu estado natural. Sem adereços. Sem bases, ou pó de arroz. Sem baton, ou verniz. Assim… simples. Tal como ela é. Um pequeno presente para assinalar o aproximar do Outono, uma das estações do ano que aprecio.





As estrelas…

8 09 2008

Confesso que já quis a terra, já quis a lua e, acreditem, até já quis o sol. Hoje, porém, tenho apenas as estrelas… e sinto-me feliz por isso. Não que o sonho tenha morrido, mas porque o maravilhoso da fantasia, como alguém o disse, é a possibilidade de a tornarmos real. E quando queremos, de facto, ser felizes, não há nada, nem ninguém, que nos impeça.

 

Ficcino