Aloé vera… uma planta para quase todos os males…

24 03 2009

aloe_vera

Existe muita informação sobre a aloé vera, talvez também por isso, haja alguma confusão entre a “verdadeira” aloé vera. Na verdade, existem várias plantas da família das aloés, algumas vermelhas (vulgarmente conhecidas como “babosas”) e as amarelas, como esta que tenho no meu quintal. De facto, com base naquilo que tenho consultado, são as amarelas as verdadeiras aloés veras. Além de bonita, sobretudo na altura da floração, que é em Março (nesta região do Atlântico), a aloé vera é usada em imensas coisas, desde queimaduras a problemas internos. São conhecidos e reconhecidos os seus efeitos terapêuticos em inúmeras doenças/patologias, desde alergias cutâneas a alguns casos de cancro.

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Arruda… uma planta mágica e poderosa…

8 03 2009

arruda

Não há dúvida que a botânica desperta o interesse de muita gente. Esta pequena e sensível planta é conhecida por variadíssimos “poderes”. Dizem, baseados na sabedoria popular, que a arruda (nome com que é conhecida) mantém à distância os feitiços e outras forças maléficas. Não é à toa, aliás, que ela é usada para “limpezas espirituais”. Mas, além disso, já os egípcios a usavam na sua “farmácia”. Esta planta era usada para ajudar na circulação e era usada para evitar as gravidezes indesejadas, pois dizem que ajudava as mulheres a abortar. Do conhecimento que disponho, apenas posso dizer que ela tem um cheiro desagradável, talvez por isso também dizem que ela mantém os insectos à distância, em especial os mosquitos.





Chá ou erva de príncipe… ou “caninha”

8 03 2009

caninha

A “caninha”, como é popularmente conhecida na ilha da Madeira, ou erva de príncipe, é uma planta muito aromática, com um perfume ligeiramente adoçicado. O “chá de príncipe” é relaxante e é daqueles que bebemos bem sem açúcar.
Quanto aos efeitos, dizem os entendidos que é bom para curar a insónia
e ajuda na digestão. Uma coisa é certa. É um chá delicioso. Quanto à planta, trata-se de uma planta muito semelhante à cana sacarina embora muito mais pequena (daí o nome caninha). A sua reprodução é feita por novos “rebentos” que nascem à volta.